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Autor: Itamar dos Santos Riesgo
   
Título(s):
[en] Influence of age, menopause and body mass index on mineral bone density in women
[pt] Influência da idade, da menopausa e do índice de massa corpórea na densidade mineral óssea em mulheres
   
Instituição de Defesa: Universidade Federal de Santa Maria
   
Resumo(s):
[en] Osteoporosis is a disease characterized by the reduction of normally mineralized bone mass which compromises the microarchiteture of the skeleton, leading to an increase in the fracture index. The aim of this study was to analyse bone densitometry exams ordered by gynecologists, centralizing the attention in the relationship between patient age, time after menopause and body mass index. METHODOLOGY: From a total of 8234 bone densitometries performed between january 1995 na October 1998 at the Bone Densitometry Institute of Santa Maria – OSTEOLAB, 2101 exams were selected and analysed by the author from those exams that had been ordened by gynecologists. RESULTS: Through the measurement of the mineral bone density of the femur values of 0.083 to 1.210 g/cm2, with a mean of 0.798, were found and considered normal in 1022 patients (48.60%) and abnormal in 1079 patients (51.40%). Within the group of patients that had abnormal densitometries of the proximal femur, osteopenia was detected in 879 (n=2101; 41.80%) and osteoporosis in 200 (n=2101; 9.50%). When mineral bone density was measured at the lumbar spine, values ranged from 0,316 to 1.950 g/cm2, mean of 0.980, being normal in 1138 patients (54.20%) and abnormal in 963 patients (45.80%). Within the group of patients with abnormal densitometries en the lumbar spine, osteopenia was detected in 728 (n=2101; 34.70%) and osteoporosis in 235 (n=2101; 11.20%). BMI was directly proportional to age (p>0.0001; r=0.187) and, by means of regression methods, it became clear that the variation of age exerts a positive influence in the variation of the BMI. The age of patients that had a bone densitometry o the proximal femur and of the lumbar spine was inversely proportional to the BMD (p<0.001 in both situations; r=0.390 and r=0.337, respectively). Through regressional studies, it was also possible to detect, at the proximal femur as well as at the lumbar spine, that the variation in age exers a negative influence in the variation of bone mineral density. Again, through regressional studies, either at the proximal femur or at the lumbar spine, it was demonstrated that the variation in the time between the menopause and the execution of the exam exerts a negative influence in the variation of BMD. When correlating BMI and BMD either at the proximal femur or at the lumbar spine it was found that they are directly proportional, that is, BMI is inversely proportional to the frequency or osteoporosis (p<0.0001 in both situations and r=0.266 and r=0.149, respectively). Through regressional studies, it was possible to verify that the variation of the BMI exerts a positive influence in the variation of both, the FEM-BMD and SPI-BMD, in a way that for each additional unit a significant raise in DMO of 0,008 g/cm2 and of 0,005 g/cm2 are expected, respectively. Finally, by multiple regression it was possible to demonstrate that there are only two variables whose variations exert, independently from each other, an influence over the variation of the MBD, both at the proximal femur and at the lumbar spine levels: the BMI and the age, in a way in which the first exerts a positive and the last a negative influence (p<0.0001). CONCLUSIONS: 1) The incidence of osteopenic and osteoporotic women in the region of Santa Maria is fairly high. 2) When the incidence of osteopenia and osteoporosis are considered as a whole, it is higher at the level of the proximal femur; when focused individually, the incidence of osteoporosis is higher at the level of the lumbar spine. 3) The variation of IMC is directly proporcional of the variation in the age of patients. 4) The variation of BMD is inversely proportional to the variation in the age of patients; 5) The variation in time from menopause to the making of the exam exerts a negative influence in the variation of the bone mineral density. 6) The variation of the body mass index exerts a positive influence in the variation of mineral bone density, which is slightly higher at the proximal femur. 7) The positive influence exerted by the variation of the body mass index on the mineral bone density is felt when the age of the patient remains stable and at the mean level. Likewise, the negative influence that the variation of age exerts on the variation of bone mineral density is felt when the body mass index remains constant in the mean level.
[pt] A osteoporose caracteriza-se pela diminuição da massa óssea normalmente mineralizada por unidade de volume. Desta forma é comprometida a micro arquitetura óssea do esqueleto, acarretando o aumento no índice de fraturas. O presente estudo objetivou estudar exames de densitometria óssea, solicitados por ginecologistas, centralizando a atenção na relação entre a idade das pacientes, tempo de menopausa, índice de massa corporal e densidade mineral óssea. METODOLOGIA: Do total de 8234 densitometrias ósseas realizadas de janeiro de 1995 a outubro de 1998 no Instituto de Densitometria Óssea de Santa Maria – OSTEOLAB, foram selecionados e analisados dados de todos os exames solicitados por médicos ginecologistas, em triagem feita pelo autor, totalizando 2101 casos. RESULTADOS: Através da avaliação da DMO-FEM, foram encontrados valores de 0.083 a 1.210 g/cm2, com a média de 0.798, sendo considerados normais em 1022 pacientes (48,6%) e alterados em 1079 pacientes (51,4%). Entre as pacientes com resultados alterados na DMO-FEM, foi detectada osteopenia em 879 (n=2101; 41,8%) e osteoporose em 200 (n = 2101; 9,5). Quando a DMO foi medida na coluna lombar, os valores encontrados variaram de 0,316 a 1,950 g/cm2, com a média de 0.980, sendo normal em 1138 pacientes (54,2%) e alterada em 963 pacientes (45,8%). Entre as pacientes com resultados alterados na DMO-COL, foi detectada osteopenia em 728 (n=2101; 34,7%) e osteoporose em 235 (n=2101; 11,2%). O IMC foi diretamente proporcional à idade (p < 0.0001; r = 0.187); também pelo estudo de regressão, podemos constatar que a variação da idade exerce influência positiva na variação do IMC. A idade das pacientes submetidas a densitometria óssea em fêmur proximal e coluna lombar foi inversamente proporcional à DMO (p < 0.0001 em ambas situações; r = 0,390 e r = 0,337, respectivamente). Também pelos estudos de regressão, tanto ao nível de fêmur proximal, como ao nível de coluna lombar, podemos constatar que a variação da idade exerce influência negativa na variação da DMO. Ainda, através de estudos de regressão, tanto ao nível de fêmur proximal como ao nível de coluna lombar, podemos constatar que a variação do tempo decorrido desde a menopausa até a realização do exame exerce influência negativa na variação da DMO. Correlacionando-se o IMC e a DMO, tanto ao nível de fêmur proximal, como ao nível de coluna lombar, temos que eles são diretamente proporcionais, ou seja, o IMC é inversamente proporcional a freqüência de osteoporose (p < 0,0001 em ambas situações e r = 0,266 e r = 0,149, respectivamente). Pelo estudo de regressão, podemos constatar que a variação do IMC exerce influência positiva na variação da DMO – FEM e da DMO-COL, de tal forma que, para cada unidade de IMC a mais, espera-se um aumento significativo de 0,008 g/cm2 e de 0,005 na DMO, respectivamente (p<0,0001). Finalmente, pelo estudo de regressão múltipla, podemos constatar que as duas únicas variáveis cujas suas variações exercem influência, de forma independente, sobre a variação da DMO, tanto ao nível de fêmur proximal, como ao nível de coluna lombar, são o IMC e a idade sendo que o primeiro exerce influência positiva e a segunda exerce influência negativa (p<0.0001). CONCLUSÕES: 1) É bastante alta a incidência de osteopenia e osteoporose em mulheres, na região de Santa Maria 2) A incidência de osteopenia ou osteoporose, somadas, é mais freqüente à nível de fêmur proximal; já a incidência isolada de osteoporose é maior à nível de coluna lombar do que à nível de fêmur proximal. 3) A variação do IMC é diretamente proporcional à variação da idade das pacientes. 4) A variação da DMO é inversamente proporcional à variação da idade das pacientes. 5) A variação do tempo decorrido desde a instalação da menopausa até a realização do exame exerce influência negativa na variação da densidade mineral óssea. 6) A variação do índice de massa corporal exerce influência positiva na variação da densidade mineral óssea, sendo esta influência positiva na variação da densidade mineral óssea, sendo esta influência discretamente superior em fêmur proximal. 7) A influência positiva que a variação do IMC exerce sobre a variação da densidade mineral óssea se faz presente, mantida constante a na média a idade das pacientes. Da mesma forma, a influência negativa que a variação da idade exerce sobre a variação da densidade mineral óssea se faz presente, mantido constante e na média o IMC.
   
Titulação: Doutorado em Ciência do Movimento Humano
   
Programa de Pós-Graduação: Ciências do Movimento Humano
   
Área de Concentração: Fisiologia do Exercício
   
Linha de Pesquisa: Não possui
   
Contribuidor(es):
[Orientador] Clayton Luiz Dornelles Macedo**
[Membro da Banca] José Henrique Souza da Silva**
[Membro da Banca] Luiz Osorio Cruz Portela**
[Membro da Banca] Aluisio Otavio Vargas Avila**
[Membro da Banca] Ronald Perret Bessemeyer**
   
Assunto(s):
[en] Menopause
[pt] Densidade mineral óssea
[pt] Densiometria óssea
[pt] Menopausa
[pt] Massa corpórea
[pt] Osteopenia
[pt] EDUCACAO FISICA
[pt] Ginecologia
[pt] Exame laboratorial
[pt] Osteoporose
[pt] Movimento humano
[en] Body mass index
[en] Mineral bone density - Women
   
Local de defesa: Santa Maria - RS - BR
   
Data da defesa:
[pt] 2000
[en] 2000
   
Número de Páginas: 85
   
Arquivo(s):
PDF - Tese
Detalhar Incluir na pasta 
    


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